VÍDEO: Após derrota, Messias recebe cumprimentos na liderança do governo no Senado

Após derrota, Messias recebe cumprimentos na liderança do governo no Senado Após o Plenário do Senado rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jo...

VÍDEO: Após derrota, Messias recebe cumprimentos na liderança do governo no Senado
VÍDEO: Após derrota, Messias recebe cumprimentos na liderança do governo no Senado (Foto: Reprodução)

Após derrota, Messias recebe cumprimentos na liderança do governo no Senado Após o Plenário do Senado rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), Messias recebeu cumprimentos de aliados na liderança do governo no Senado. Veja o vídeo acima. Messias não acompanhou a votação no Plenário. O advogado-geral estava acompanhado de lideranças e ministros do governo. Após a derrota, Messias foi abraçado pela esposa, pelo ministro da Defesa, José Múcio, e pelo ministro da articulação política, José Guimarães. Essa é a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo. Ana Flor: Clima é de tristeza na sala onde está Jorge Messias com governistas Messias foi rejeitado por 42 votos a 34 e uma abstenção. A votação foi secreta. O ministro de Lula precisava do apoio de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta. Com a rejeição, a mensagem com a indicação de Messias foi arquivada e o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo. Jorge Messias tem nome rejeitado no Senado Geraldo Magela/Agência Senado A nova indicação precisará ser validada pelo Senado. Messias é a terceira indicação do governo Lula para o STF neste mandato. Antes dele, Cristiano Zanin e Flávio Dino chegaram à Corte. Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Messias por 16 votos a 11. O Plenário ainda precisava votar e dar aval ao nome. Durante a sabatina na CCJ, Messias reforçou sua posição contrária ao aborto e criticou as decisões individuais do STF que, segundo ele, diminuem a dimensão institucional do Supremo.